terça-feira, dezembro 26, 2006

Trouxinhas de peixe e camarão


Como o ano passado tinha feito um souflé de bacalhau este ano resolvi preparar um prato diferente para a noite de Natal, mas tendo sempre como precupação que fosse algo muito ligeiro. Assim surgiram estas trouxinhas!

Trouxinhas de peixe e camarão

Comecei por cozer de véspera 0,5 kg de camarão e à parte duas boas postas de pescada. Deixei arrefecer antes de os preparar, tirando as cascas aos primeiros e limpando de peles e espinhas as segundas. Fiz um molho bechemel, substituindo parte do leite pela água de cozer os camarões, juntando-lhe depois os camarões cortados aos bocadinhos e o peixe às lascas. No dia seguinte, pouco antes do jantar, pincelei 3 folhas de massa filo com manteiga derretida, por cada dose individual. Revesti com elas tacinhas de pirex e no centro coloquei 2 colheres de recheio que tinha previamente aquecido. Apertei a massa ligeiramente e levei ao forno previamente aquecido durante alguns minutos, apenas o suficiente para a massa alourar e ficar estaladiça. Retirei-as das taças e servi com uma salada.

Os perus da marca Sadia


Há alguns anos atrás, durante um período em que vivi no Brasil, descobri uma marca de carnes e fiambres muito boa: a Sadia. Os perus desta marca que se compravam no Natal tinham a particularidade de virem com um mecanismo que disparava quando o peru estava cozido, para além de virem extremamente bem preparados e serem muito gostosos. Depois de muitos anos sem ter acesso a um destes bichos, este ano surpreendentemente os meus pais encontraram-nos à venda no Makro, e desta vez com origem alemã. A receita que segui para a sua preparação foi-me dada por uma amiga que também viveu no Brasil e que os costumava preparar no Natal e Ano Novo.
Tive apenas um pequeno problema, não me apercebi a tempo que o termómetro instalado utilizada um mecanismo diferente daqueles a que estava habituada, tendo por isso ficado à espera que ele disparasse o que não aconteceu e deu origem, por sua vez, a um certo bronzeamento das pernas do peru.

Peru assado à moda da Nelly


Depois de descongelado coloquei o peru numa assadeira. Fiz um recheio com carne de vitela, carne de porco, castanhas cozidas, bacon aos bocadinhos, maçã reineta cortada aos bocados, banha, ervas, noz moscada, sal e pimenta, tudo misturado até formar uma pasta bem temperada com a qual enchi o peito do animal, cozendo de seguida abertura para que o recheio não saísse durante a cozedura e também para ficar mais apresentável. Depois untei o peru com manteiga e tapei-o com fatias de bacon finihas, levando-o de seguida ao forno (180ºC) durante 1 h e 30 m. Passado esse tempo retirei o bacon e deixei o peru alourar durante mais 1 hora, pincelando-o frequentemente com a calda de uma lata de pêssegos a que juntei um pouco de sal e a que fui adicionando também a gordura do bacon que tinha ficado na assadeira.

Empanadilhas


Para mim os repastos de Natal não têm obrigatoriamente que incluir bacalhau ou peru assado, mas em contrapartida as empanadilhas não podem estar ausentes. É uma tradição familiar, com origens algarvias, que mantemos ano após ano. As que vou apresentar foram feitas pela minha tia, sendo que a minha contribuição se reduziu ao processo de fritura, que também tem a sua técnica, e a passá-las por açúcar com canela. Para nós este é inquestionavelmente o melhor que se pode comer nesta época.

Empanadilhas
Recheio: 750 g de polme de batata doce, 250 g de açúcar, raspa da da casca de 2 limões, 5 colheres de chá de canela em pó.

Mistura-se o polme da batata doce com o açúcar, a canela e a raspa de limão. Rectificam-se os temperos em função do gosto de cada um. Nota: o recheio deve ser feito de véspera, não esquecendo que para se obter 750 g de polme se deve cozer 1 kg de batata doce.

Massa: 1 kg de farinha de trigo, 1 cálice grande de aguardente, sumo de 3 laranjas, 200 g de banha, sal e água.


Peneira-se a farinha para um alguidar, faz-se uma cova ao centro e deita-se a banha derretida, fria ou morna, o sumo das laranjas e a aguardente. Misturam-se estes ingredientes. Amassa-se muito bem com a ajuda de água morna temperada de sal. Sova-se a massa de modo a esta ficar macia e fina e começar a fazer bolhas. Rectifica-se o sal antes de terminar de amassar. Tapa-se com um pano e deixa-se descansar 15 m antes de tender as empanadilhas. Nota: começa a amassar-se com 0,5 kg e só depois, de forma gradual, se vai juntando a restante farinha.

Sobre uma pedra de cozinha estendem-se bocados de massa, tendo o cuidado de a deixar muito fina. Coloca-se um bocadinho do recheio sobre a massa e corta-se a empanadilha em forma de meia lua com a ajuda de uma carretilha. Fritam-se em óleo quente, deitando por cima colheres do referido óleo para que elas levantem. Ainda mornas passam-se por uma mistura de açúcar e canela.

Espetadinhas de camarão com maçã


Depois de muito 'pensar' sobre o que fazer de entrada para o almoço de Natal, mas ao mesmo tempo estando a minha imaginação limitada pelos ingredientes que tinha em casa, acabei por, à última hora, 'inventar' esta receita.

Espetadinhas de camarão com maçã

Em espetos de madeira, enfiei alternadamente camarão cozido descascado e peadaços de maçã reineta. À parte fiz um molho bechamel a que incorporei os sucos que obtive das cabeças e restantes cascas dos camarões depois de espremidos num pano. Deitei colheradas deste molho sobre as espetadas, polvilhei com queijo ralado e levei ao forno a alourarem. Acompanhei com salmão fumado e ovas de peixe.

Fiambre em caixa de massa


Esta receita de fiambre foi recolhida do livro Receitas Escolhidas , da Maria de Lourdes Modesto. Em termos visuais, ela resulta num prato com boa apresentação, que ao tempo é fácil preparar e gostoso.

Fiambre com Vinho do Porto em caixa de massa

1 fiambre de 1kg; 250 g de farinha; 3 gemas; 80 g de manteiga; 2 colheres de sopa de azeite; sal; 1 dl de água; 2 dl de Vinho do Porto mais 2 colheres de sopa.

Comecei por colocar o fiambre de molho durante 1 hora. Depois escorri-o e introduzi-o num tacho que a seguir enchi com água fria. Levei-o ao lume até levantar fervura. Voltei a retirar o fiambre, escorrê-lo e secá-lo. Num tacho limpo, deitei 2 dl de Vinho do Porto e o fiambre, deixando-o estufar muito lentamente. Virei-o regularmente para ele ir ganhando cor de forma homogénea. Esta operação durou cerca de 30 m. Deixei arrefecer o fiambre antes de o retirar do tacho e secar.

À parte preparei a massa com a farinha, manteiga, azeite, gemas de ovos, sal e água, esta última na quantidade suficiente para obter a consistência adequada. Deixei a massa descansar 2 horas. Passado esse tempo estendi-a e enrolei com ela o fiambre, tendo o cuidado de fazer um pequeno orifício na parte superior onde depois coloquei uma chaminé de cartão. Como a época é natalícia decorei o fiambre com pequenas estrelas de massa. Depois de terminada esta decoração pincelei-o com gema de ovo batida e levei-o ao forno (180ºC) durante 1 hora. À saída do forno deitei as 2 colheres de sopa de Vinho do Porto pelo orifício e tapei-o de seguida com uma estrela de massa que preparei à parte para este efeito.

segunda-feira, dezembro 25, 2006

Copos de fruta



Hoje, depois de um dia de excessos alimentares, estou sem coragem para descrever o que preparei para estas festas, por isso registo apenas aqui os inofensivos copos de frutas que fizeram parte do almoço de dia de Natal. Amanhã dedicarei a minha atenção às outras iguarias.

sábado, dezembro 23, 2006

Broas de espécie


Estas broas dão um bocadinho de trabalho a preparar, mas o resultado vale bem a pena!

Broas de espécie

250 g de açúcar; 125 g de coco ralado; 5 gemas de ovos; 500 g de puré de batata doce; 125 g de amêndoa sem pele, moída; raspa da casca de 2 laranjas.

Põe-se o açúcar ao fogo com um pouco de água até atingir um ponto não muito forte. Deita-se nele o polme da batata doce, o coco, a amêndoa ralada, mexendo sempre até se obter uma massa grossa e consistente. Por fim, deitam-se as gemas e volta ao lume para as cozer. Deixa-se a massa descansar de um dia para o outro.
Tendem-se as broas com as mãos e colocam-se num tabuleiro polvilhado de farinha. Pincelam-se com gema de ovo e levam-se ao forno.

Orangettes

 
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Na última sexta-feira, comprei na pastelaria Cistér, em Lisboa, umas laranjas semi-cristalizadas, envolvidas em chocolate. Elas tiveram um enorme sucesso cá em casa, de tal forma que as ditas laranjas, que eu tinha comprado a pensar na consoada, já desapareceram todas, devoradas por bocas gulosas. Por isso, resolvi experimentar uma receita que encontrei numa revista francesa. Daí o nome orangettes.

Orangettes
2 laranjas grandes; 150 g de chocolate preto; 200 g de açúcar

Depois de lavar bem as laranjas e de lhes cortar as extremidades fiz quatro incisões suficientemente profundas para me permitirem tirar-lhes a casca. Cortei a casca em pequenos palitos que sujeitei a uma fervura de 5 minutos. Escorri as laranjas e deitei fora a água. Num tacho coloquei ao lume o açúcar com 15 cl de água a que posteriormente adicionei as laranjas. Deixei ferver em lume muito suave durante cerca de 1 hora, deitando um pouco mais de água sempre que o ponto do açúcar se tornava muito forte. Passado este tempo apaguei o lume e deixei as laranjas arrefecerem na calda.

À parte derreti em banho-maria 150 g de chocolate preto onde depois mergulhei as laranjas, tendo para isso a ajuda de um garfo de fondue. Procurei que o excesso de chocolate escorresse para os bordos do recipiente para depois depositar as tiras de laranja sobre uma placa de papel de alumínio. Logo que o chocolate solidificou retirei-as do papel e guardei-as.
Nota: o maior problema com que me deparei foi o de conseguir manter constante a temperatura do chocolate, depois de fundido, de tal forma que não se registassem alterações na textura, o que acabou por acontecer com as últimas tiras de laranja.

sexta-feira, dezembro 22, 2006

BOAS FESTAS

 
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Desejo a todos os que visitam este blogue um Feliz Natal

Bacalhau no forno com brócolos e cenouras


Ainda estou em fase de poupar energia para a véspera e o dia de Natal, em que certamente serão muitas as horas passadas na cozinha. Por isso, hoje fiz uma receita rápida de bacalhau no forno, que se for feita com alguns cuidados resulta bastante bem.

Bacalhau do forno com brócolos e cenouras

Comecei por cozer duas boas postas de bacalhau, a que depois de tirei as peles e as espinhas, deixando-as em lascas. À parte fiz um refogado com azeite, três cebolas às rodelas finas, dois dentes de alho picados e 1 folha de louro. Quando a cebola começou a aloirar juntei-lhe o bacalhau, deixando-o ainda ao lume durante algum tempo para que este ganhasse mais gosto.

Fiz um puré de batata, substituindo a manteiga por azeite e juntando 1 colher de chá de alho em pó aos temperos habituais. Num prato de ir ao forno coloquei uma camada de puré de batata e por cima uma outra de brócolos e cenouras cozidas. Sobre estas coloquei o bacalhau, tapando-o depois com o restante puré de batata. Pincelei com gema de ovo batida e levei ao forno cerca de 25 minutos.

sábado, dezembro 16, 2006

Tarte de peras e iogurte


Hoje, durante umas das minhas habituais deslocações ao Corte Inglês, comprei mais um livro da Maria de Lourdes Modesto e da Graça Castelo Branco, À mesa com o coração, que me pareceu trazer umas receitas interessantes para o dia-a-dia de quem deve ter cuidado com a alimentação. Como o Natal está a chegar é conveniente ir preparando os estômagos com uns docinhos inofensivos, ou quase!Nota: na obra citada a receita é designada por 'delícia de peras e iogurtes'.

Tarte de peras com iogurte

3 ovos; 2 colhesres de sopa de açúcar mascavado; 1 colher de sopa bem cheia de farinha; 1 iogurte magro; 1,5 dl de leite magro; raspa da casca de 1 limão; 3 peras-rocha.

Comecei por bater os ovos inteiros com o açúcar, adicionando depois a farinha, o iogurte, o leite e a raspa da casca de 1 limão. Untei ligeiramente uma tarteira e coloquei na base as peras previamente peladas e laminadas. Deitei por cima o anterior preparado e levei a cozer a 200ºC cerca de 45 minutos.

Sopa de couve-flor e alho francês

Esta receita resultou da necessidade de aproveitar uns legumes que tinha em casa e de alguma falta de tempo para preparar receitas mais complicadas.


Sopa de couve-flor e alho francês

Comecei por preparar dois alhos franceses, cortando-os depois às rodelas finas. Arranjei uma couve-flor média, separando-a em pequenos raminhos. Numa panela coloquei a couve-flor, o alho francês e juntei-lhe 5 rodelas de chouriço de carne sem pele. Temperei com sal. Deixei ferver por 45 minutos ao fim dos quais juntei 3 colheres de sopa de azeite, transformando de seguida a mistura em creme com a ajuda da varinha mágica.

sábado, dezembro 09, 2006

Pãezinhos com chouriço


Este fim de semana tenho estado muito preguiçosa para cozinhar. Mas, há pouco, ao dar uma 'volta' pelos outros blogues alguns já com um aspecto muito natalício, voltei a ter vontade de ir para a minha cozinha, desta vez para fazer uns pequenos pãezinhos de chouriço.

Pãezinhos de chouriço

200 g de farinha com fermento; 200 g de polme de batata cozida; 125 g de margarina; sal q.b; chouriço q.b.

Misturam-se muito bem todos os ingredientes até se obter uma massa uniforme. Tendem-se pequenos pãezinhos que se recheiam com bocadinhos de chouriço. Posteriormente levam-se ao forno em tabuleiro polvilhado de farinha durante aproximadamente 20 minutos.

segunda-feira, dezembro 04, 2006

Empadinhas de robalo e camarão

Com o robalo cozido que sobrou da canja anterior resolvi fazer umas empadas, desta vez experimentando uma receita de massa que encontrei no blogue Ardeu a Padaria.

Comecei por cozer alguns camarões, aproveitando depois a água de cozedura para fazer uma espécie de molho bechamel. Juntei a este molho os pedacinhos de peixe já limpos de pele e espinhas. Deixei arrefecer. Preparei a massa das empadas a partir de 2 chávenas de chá de farinha, 1 chávena de café de azeite, 1 chávena de café de vinho branco e sal qb.Deixei repousar a massa durante 1 hora.
Passado esse tempo forrei as formas com a massa, colocando no fundo um camarão inteiro a que depois adicionei algumas colheres do creme. Tapei com uma placa de massa, untei com gema de ovo e levei ao forno aproximadamente 20 minutos.

Nota - Para a próxima vou retirar as empadas das formas ao fim de 10 a 15 minutos, pincelando a parte branca com gema de ovo batida, antes de as levar de novo ao forno. Penso que deste modo poderei melhorar o seu aspecto. Como a massa fica muito elástica também é necessário adquirir uma certa prática com o processo de 'encerramento' das empadas.

sábado, dezembro 02, 2006

Perna de borrego no forno com crosta de cominhos

Depois de mais uma semana em que fui obrigada a comer em restaurantes, quase todos os dias, é com prazer que regresso à minha cozinha e volto a sentir os aromas que vêm do forno ou dos recipientes onde os alimentos estão a cozinhar. Odores estes que também são parte importante dos prazeres gastronómicos!



Perna de borrego no forno com crosta de cominhos

Comecei por temperar a carne com sal e cominhos em grão. Deixei repousar cerca de 2 horas e depois untei com azeite a parte superior da perna à qual fiz depois aderir cominhos em grão, sementes de mostarda e folhas tomilho. Reguei a peça de carne com azeite, coloquei por cima uns bocadinhos de margarina e levei-a ao forno durante uma hora, regando a carne regularmente com o molho que se foi formando.

Acompanhei o assado com um arroz de alho preparado, à semelhança do assado, num recipiente de barro preto de Bisalhães.

Canja de robalo


Com a chegada do tempo frio apetece cada vez mais comer umas reconfortantes sopinhas. Hoje, aproveitei a deslocação ao mercado para comprar um robalo, o qual esteve depois na base da preparação de uma canja, seguindo neste caso uma receita já muito testada e com origem algarvia.

Canja de robalo

Cozem-se dois robalos pequenos ou um médio em água com sal. À parte, faz-se um refogado com azeite, cebola picada e salsa. Quando o peixe está cozido retira-se da água, deitando esta última esta sobre o refogado. Logo que a mistura retoma a fervura acrescenta-se massinha miúda que se deixa cozer. Quando esta está cozida acrescenta-se 1 gema de ovo batida com sumo de limão.

domingo, novembro 26, 2006

Sopa de espargos verdes com poejos



Nem sempre as experiências que faço correm bem. Foi o caso desta sopa, que apesar dos bons ingredientes e dos esforços envolvidos na sua preparação não se traduziu num produto final muito agradável ao palato. Os espargos silvestres e os poejos comprei-os ontem no mercado de Évora, tendo começado logo a imaginar a bela sopa que dali ía obter, associando estas verduras a umas fatias de pão da Vidigueira e a uns queijinhos de ovelha.

Sopa de espargos verdes com poejos

Comecei por arranjar os espargos e cortá-los em rodelinhas pequenas. De seguida, refoguei uma cebola e 2 alhos picados em azeite. Adicionei os espargos e deixei fritar um pouco, antes de juntar cerca de 1 litro de água e três pés de poejos. Deixei ferver durante 10 minutos, depois de ter temperado com sal. Por fim, adicionei um ovo batido, mexendo sempre para que este ficasse aos fios.

À parte, coloquei nas terrinas individuais três fatias finas de pão, deitando-lhes por cima a sopa. Finalizei colocando em cima fatias de queijo de ovelha e levando ao forno durante cerca de 5 minutos para que este começasse a derreter.

Nota: os críticos gastronómicos que tenho em casa consideraram que a sopa tinha excesso de gordura, mas para mim os grandes culpados foram os poejos!

Biscoitos de avelãs e doce de mirtilhos vermelhos


Estes biscoitos foram uma experiência que resolvi fazer a partir de um frasco de doce de mirtilhos vermelhos que comprei no IKEA. Estão bastante comestíveis, mas a receita necessita ainda de uns melhoramentos.

Biscoitos de avelãs e doce de mirtilhos vermelhos

2 chávenas de chá de farinha com fermento; 1/2 chávena de azeite; 2 ovos; 4 colheres de sopa cheia de doce de mirtilhos; 1/2 chávena de avelãs grosseiramente picadas.

Misturar todos os ingredientes, colocando depois, com a ajuda de uma colher, pequenos montes de creme num tabuleiro polvilhado de farinha. Levar ao forno pré-aquecido cerca de 10 a 15 minutos.

domingo, novembro 19, 2006

Prazeres de domingo II



Esta semana comprei na FNAC um livro de 'petiscos' de inspiração étnica (cozinha do Médio Oriente, do Pacífico e do Sudoeste Asiático) com algumas receitas que me parecem interessantes. O livro está dividido em diversos temas: fritos, sopas, molhos, saladas, espetadas, carne, peixe, legumes, 'embrulhado, atado e enrolado', e por último doces. Seleccionei dos capítulos referentes às espetadas e aos legumes algumas sugestões que penso testar brevemente, embora tencione reduzir muito a quantidade de pimenta e outros picantes a usar.

sábado, novembro 18, 2006

Bolo de chocolate com molho de manga

A base para a preparação desta sobremesa foi uma receita de bolo de chocolate que encontrei no blogue da Mónica, Diário da Cozinha (Setembro), a qual me despertou a atenção por fazer uso do microondas e ter um tempo de cozedura de apenas 5 minutos. Confesso que a experimentei com algum receio, pensando que acabaria com chocolate a escorrer das paredes do microondas. Mas afinal nada disto aconteceu!



Bolo de chocolate

4 ovos; 200 g de açúcar; 100 g de farinha; 150 g de chocolate em barra; 120 g de manteiga.

Comecei por derreter a manteiga e o chocolate no microondas (1 a 2 minutos). De seguida, bati bem a mistura até obter um creme homogéneo que juntei aos outros ingredientes. Coloquei este preparado num pirex redondo de 20 cm de diâmetro e 7 cm de altura, que previamente untei com margarina (não sei se seria necessário!). Levei ao microondas, na potência máxima durante 5 minutos. Posteriormente, desenformei e deixei arrefecer.

À parte triturei a polpa de uma manga madura até obter um creme que coloquei no frigorífico. Polvilhei uma placa de massa folhada fina com açúcar em pó e canela, cortando-a em tiras finas que depois levei ao forno cerca de 10 minutos. No momento de servir, deitei um pouco de molho de manga sobre uma fatia de bolo de chocolate e por cima deste coloquei algumas tiras de massa folhada.